Otávio Machado com um duro ataque a José Mourinho “Zé ninguém…”

O Sporting de Braga e Benfica continua a gerar comentários no meio futebolístico e Otávio Machado foi uma das vozes mais críticas. O antigo dirigente do Sporting e ex-treinador do FC Porto recorreu às redes sociais para apontar o dedo a José Mourinho, atual treinador do Benfica, na sequência das declarações feitas pelo técnico encarnado após o jogo na Pedreira.
Otávio Machado recordou que Mourinho afirmou, no final do encontro, que o Benfica tinha vencido em Braga, mas sublinhou que o essencial não esteve no resultado. O comentador centrou a crítica no silêncio do treinador encarnado em relação ao aniversário de Jorge Nuno Pinto da Costa, que completaria 88 anos no domingo e que faleceu em fevereiro deste ano.
Na sua publicação, considerou tratar-se de uma data marcante que deveria ter sido assinalada: “Uma data muito significativa na vida de qualquer um, mas não foi lembrada e era de toda a justiça que fosse. Qualquer comparação com a realidade é pura fantasia. Abraço”.
Na mensagem divulgada na íntegra, Otávio Machado foi mais duro nas palavras. “Ontem o Zé ‘alguém’ tinha tudo para lembrar o Zé ‘ninguém’. Embora a data ser marcante, mas lembrar era um acto difícil de acontecer. Porquê? Porque nesse dia era lembrar o aniversário de Pinto da Costa e foi nesse dia que o Zé ‘ninguém’ esperou dentro do carro acompanhado de um empresário à porta do aniversariante à espera que os convidados saíssem para poder entrar”, escreveu.
O ex-dirigente acrescentou ainda que “é uma data histórica para o Zé ‘ninguém’” e afirmou que o episódio foi mantido em segredo, recordando que, no dia seguinte, o FC Porto jogou em Viseu para a Taça de Portugal, venceu por 4-1 e que, na viagem de regresso, foi recebida a mensagem: “‘Ganhaste o jogo perdeste o lugar’”.
Otávio Machado salientou que “ninguém podia saber que o Zé ‘ninguém’ se tinha comprometido com um clube que tinha um treinador com dois anos de contrato”, reforçando que tudo foi feito em segredo. Defendeu que essa data reunia “razões mais que suficientes para ser lembrada pelo hoje Zé ‘alguém’”, mas considerou que foi incómodo evocar Pinto da Costa, a quem atribui “a enorme alteração na vida do Zé ‘ninguém’, com apito ou sem apito”.
A publicação termina com a mesma ideia inicial: “Uma data muito significativa na vida de qualquer um. Mas não foi lembrada e era de toda a justiça que fosse. Qualquer comparação com a realidade é pura fantasia. Abraço”.



