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Porto Canal avança com queixa-crime após jogo do FC Porto

O Porto Canal avançou com uma queixa-crime na sequência de graves incidentes ocorridos durante a cobertura do jogo do FC Porto no passado sábado, dia 21. O órgão de comunicação social foi impedido de recolher imagens no estádio, uma situação que considera ser uma violação direta da liberdade de imprensa. A estação decidiu agir judicialmente após os seus profissionais terem sido travados no exercício das suas funções.

Liberdade de informação travada em Albergaria
O alvo desta queixa-crime é o Clube de Albergaria, que proibiu a captação de imagens durante o encontro do torneio de Apuramento do Campeão Nacional da Segunda Divisão de Futebol Feminino que se realizou no sábado, apesar de todos os regulamentos terem sido cumpridos. O Porto Canal garante que enviou o pedido de acreditação dentro do prazo legal, respeitando as normas em vigor. Ao ser impedida de filmar, a equipa de reportagem viu os seus direitos fundamentais serem desrespeitados de forma clara.

O canal sublinha que esta decisão do clube visitado vai contra a Lei de Imprensa e a legislação que protege a atividade jornalística em Portugal. Os responsáveis pelos eventos no Estádio Municipal António Augusto Martins Pereira já foram identificados pelo canal portista. Agora, o caso segue para o Ministério Público para que sejam apuradas todas as responsabilidades sobre este impedimento.

ERC e Federação acompanham o caso de perto
Para além da queixa-crime, o Porto Canal avançou com uma exposição oficial à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). A Federação Portuguesa de Futebol também já foi informada sobre as incidências ocorridas em Albergaria-a-Velha no último sábado. O objetivo passa por garantir que o direito de informar não seja condicionado por decisões unilaterais dos clubes que recebem os jogos.

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