Exclusivo. Márcia Soares abre o jogo sobre o futuro na TVI e deixa conselho aos novos concorrentes do “Secret Story”

Em declarações exclusivas à Hiper Fm, a comentadora abordou o novo desafio na “Casa dos Segredos 10” e a gestão do tempo com os seus negócios.
“Não, eu acho que sou capaz de conciliar as duas coisas. Até vi o comentário e algo que me dá muito gosto, gosto muito de fazer. Portanto, enquanto eu conseguir conciliar tudo, eu vou tentar sempre dar o meu melhor em tudo. Quando eu achar que estou a quebrar, logo se vê. Mas acho que não”, explicou.
Márcia Soares falou também sobre o recente lançamento da “Márcia Collection” e não escondeu a enorme satisfação com a recetividade do público. “A marca está a correr muito, muito, muito bem, graças a Deus. Eu acho que também, pronto, durante dois anos não tive um projeto meu. Portanto, eu acho que foi muito bem-vindo na minha comunidade, as pessoas estavam à espera de algo meu. E por acaso, está a correr muito bem, lindamente, sim. Estou muito feliz”, revelou.
A empresária adiantou que tem surpresas preparadas para a próxima estação e recusou limitar o leque de produtos que pretende lançar. “Sim, eu agora, a minha fase inicial foi a bijuteria. Depois, mais para a frente, estou a investir em dois novos projetos que eu quero lançar no verão, se tudo correr bem. Portanto, sim, quero que a Marcia Collection cresça muito e eu quero que a Marcia Collection seja tudo aquilo que eu quiser. Não tem que ser bijuteria, não tem que ser roupa, não tem que ser, tem que ser aquilo que eu quiser e que me apetecer fazer e que fizer sentido naquele momento”, atirou.
Márcia Soares terminou a entrevista com um conselho aos novos moradores da casa mais vigiada do país, apelando à verdadeira essência de cada um. “Eu acho que é autenticidade. É aquela resposta muito básica, mas é isso. Então, é se entregarem coração, corpo e alma ao projeto, também não se esquecerem para onde vão e nos entregar bom conteúdo e bom entretenimento, mas sem nunca fugir daquilo que eles são”, sublinhou.
A ex-concorrente rematou a reflexão com um alerta sobre o peso de tentar ser quem não se é dentro de um formato com esta intensidade. “Porque eu digo sempre, mais vale o tempo de 5 pessoas a gostar de nós por aquilo que nós somos do que 500 por aquilo que nós não somos. Não dá, não resulta. A longo termo, lá dentro também se torna, acredito eu, muito, muito, muito cansativo”, concluiu.



